A degeneração macular afeta de 25 a 30 de milhões de pessoas em todo o mundo, e nos Estados Unidos é a causa principal de perda da visão e cegueira em adultos com mais de 60 anos. Acredita-se que as taxas irão triplicar até ao ano de 2025.

Existem diferentes teorias sobre as causas da degeneração macular e a progressão da doença, entre elas: diversos fatores ambientais e alimentares, histórico familiar, distúrbios na circulação para a retina, problemas de saúde sem tratamento como hipertensão, e tabagismo. 

O distúrbio, por sua vez, é um desafio para os médicos, pacientes, e famílias. Como a visão periférica geralmente não é comprometida, os familiares frequentemente acreditam que o paciente está simulando, ou que vê apenas o que deseja ver. Às vezes, devido ao paciente estar impossibilitado de distinguir rostos, recebe o diagnóstico de demência. O paciente fica sob risco de misturar medicamentos, desnutrição, quedas e depressão. 

O potencial das estratégias preventivas e das intervenções precoces para impedir a perda da visão coloca a degeneração macular na mira dos médicos de cuidados primários, e é por estes que esta deveria ser abordada.