Em qualquer sintoma, a melhor opção é consultar um oftalmologista. Só ele poderá dar o diagnóstico correto e indicar o melhor tratamento para cada caso

- Olho seco: a falta de lágrima pode ser causada por disfunções hormonais, menopausa  e até Síndrome de Sjögren – doença reumática crônica. A menopausa causa mudanças nos níveis dos hormônios, afetando, entre outras coisas, os mecanismos de lubrificação dos olhos;

- Vermelhidão: virose ou infecções localizadas podem causar vermelhidão nos olhos. Outros possíveis sintomas são dor ao redor dos olhos, sensibilidade à luz e olhos lacrimejantes;

- Pupila contraída: pode ser resultante de toxoplasmose, doenças reumáticas autoimunes, herpes, tuberculose, lepra ou certos tipos de leucemia;

- Pupila dilatada: pode ser relacionada a tumores, glaucoma, trauma, doenças do sistema nervoso central;

- Visão dupla: pode apontar presença de tumor intracraniano, acidentes vasculares centrais , traumas e hiperglicemia;

- Olhos saltados e inchados:  são sinais, principalmente, de distúrbios da tireoide;

- Cegueira momentânea: pode indicar tumor intracraniano, má circulação no cérebro ou arritmia cardíaca;

- Visão borrada: borrões ou manchas vermelhas persistentes nas áreas brancas de ambos os olhos podem sinalizar diabetes, sangramento ocular, inflamação ou hipertensão arterial;

- Anéis ao redor da íris: um anel branco com aspecto leitoso ao redor da íris pode ser sinal de colesterol alto. Ele é causado por uma deposição de gordura na córnea, a área claro do olho.





Fonte: Revista Veja Bem