30 de ago de 2026

Por definição, uma ilusão de ótica é uma imagem que vemos que não corresponde à realidade de forma objetiva. Ou seja, ver o que está diante de nós de forma errada. Existem dois tipos de ilusão de ótica: fisiológicas e cognitivas.

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As ilusões de ótica do tipo fisiológico atuam diretamente no trabalho dos nervos ópticos e como eles interagem com a nossa percepção. Na imagem acima, por exemplo, pontos pretos aparecem nas intersecções das retas brancas, apesar de não haver nada. Isto ocorre por conta de um processo chamado inibição lateral.

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O tipo cognitivo de ilusões de ótica é o mais comum de ser visto. Diferente das ilusões fisiológicas, as do tipo cognitivo usam como base o nosso conhecimento de mundo para nos confundir. É o caso da ilusão acima: nós vemos tanto um par de rostos como um vaso porque já temos conhecimento destas duas formas. Uma ilusão de ótica do tipo cognitivo também pode brincar com a nossa percepção de profundidade e de geografia, fazendo objetos parecerem mais longe ou perto do que realmente estão, por exemplo.

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Um artista conhecido por seus trabalhos que desafiavam a percepção é o holandês M. C. Escher (1898-1972). Seus trabalhos, denominados às vezes como “construções impossíveis”, tinham como objetivo instigar quem as via na tentativa de dar sentido ao trabalho. Seu trabalho mais famoso é a litografia Relativity, reproduzida acima.

Com o advento da Internet e a facilidade de acesso a conteúdo, fica fácil encontrar as mais variadas ilusões de ótica pela web.

 

 

 

 

 

Fonte: Blog Visão Laser