15 de jun de 2026
Doença é comum na estação mais fria do ano, alertam oftalmologistas.

Os médicos oftalmologistas Léo Carvalho e Luís Gustavo Ribeiro, de Novo Hamburgo, esclarecem questões sobre a saúde ocular durante a estação mais fria do ano. A síndrome do Olho Seco, comum no outono e inverno, pode comprometer a visão, mas, sabendo as formas de evitá-la, não há motivos para preocupações.

O clima seco e o consequente aumento da poluição nas frias estações são as causas mais comuns do aparecimento da Síndrome do Olho Seco, que é uma doença crônica, caracterizada peladiminuição da produção da lágrima ou deficiência em alguns de seus componentes, ou seja, pouca quantidade ou má qualidade da lágrima. Estima-se que a doença atinge 10% da população geral.

O que causa a síndrome?

As causas do aparecimento do olho seco são: ambientes com clima seco, vento e poluídos, exposição ao ar condicionado e monitores de computador, uso de lentes de contato, alguns medicamentos, alergias, algumas doenças da pele e sistêmicas, tabagismo, mudanças hormonais como a menopausa e a idade avançada, onde a produção da lágrima é menor. Consultas médicas periódicas ainda é a melhor forma de prevenção e tratamento.

Confira os sintomas


Os sintomas de olho seco são ardor, coceira, olhos vermelhos, irritação, visão borrada, lacrimejamento excessivo, desconforto após ver televisão, ler ou trabalhar em frente ao computador e dificuldade para ficar em lugares com ar condicionado. O diagnóstico é feito pelo médico oftalmologista que com testes específicos deve medir a produção, a evaporação e a qualidade da lágrima.

Para tratar a síndrome é preciso substituir a lágrima por colírios de lágrimas artificiais e quando necessário realizar a oclusão dos pontos lacrimais, tudo com orientação médica.

Comprometimento no amor

O grau de comprometimento que uma pessoa dedica ao seu relacionamento amoroso pode ter ligações com o relacionamento que o indivíduo teve com sua mãe na infância. Universidade de Minnesota e da Universidade de Illinois estudaram a interação entre as relações e acreditam que não é o comprometimento individual de uma pessoa que determina um relacionamento. O estudo sugere que essas diferenças podem surgir na infância, sendo determinadas pela relação entre criança e mãe.







Fonte: Jornal VS